A autoestima e a autoaceitação
O conceito que temos sobre nós mesmos, o senso de certeza sobre quem somos é que determina os nossos limites. A autoestima é um fator determinante no desenvolvimento do nosso autoconceito.
Como a convicção sobre quem somos limita ou expande nossas capacidades, também determina nosso destino. Essa visão profunda sobre quem somos influencia diretamente nossas escolhas e por isso vai determinando o tipo de vida que temos.
Uma autoestima baixa irá gerar um autoconceito limitado e uma vida medíocre por falta de reconhecimento do próprio valor. Enquanto que uma auto estima elevada irá expandir o nosso ambiente de ação, criando uma vida mais abundante, com perspectivas mais amplas e uma maior possibilidade de satisfação e felicidade.
Nathaniel Branden, autor do livro Os seis pilares da autoestima, nos diz: “Todos nós já fomos criança um dia e, embora possamos não perceber, ainda a trazemos dentro de nós, como um aspecto de nós mesmos. Às vezes mudamos para o estado de consciência da criança que fomos outrora e respondemos às situações de nossas vidas adultas como se, para todas as finalidades práticas, ainda fôssemos aquela criança, com seus valores, suas emoções, suas perspectivas e maneiras características de processar a experiência. Às vezes essa mudança é desejável, por exemplo, quando vivenciamos a espontaneidade e a alegria infantil. É indesejável, entretanto, quando reativamos as inseguranças dessa criança, sua dependência e limitada compreensão do mundo.”
Podemos aprender a reconhecer essa criança, a fazer amizade com ela e a ouvir atentamente o que ela tem a nos dizer, mesmo que seja doloroso. Com efeito, podemos fazer com que ela se sinta bem-vinda dentro de nós, permitindo que o eu-criança se integre em nosso eu-adulto. Ou podemos rejeitá-la, por medo, dor ou vergonha, tornando-nos inconscientes de sua existência. Nesse último caso, o eu-criança, abandonado e não-integrado, passa a atormentar nossas vidas de maneiras que provavelmente não reconheceremos: tornando impossível que tenhamos uma vida amorosa feliz, levando-nos a comportamentos inadequados no trabalho, negando-nos a liberdade de nos divertir de modo adulto, e assim por diante.
A nossa preocupação principal é com o que nós, como adultos, podemos fazer para elevar o nível da nossa auto-estima, para aprender a nos amar e a confiar mais em nós mesmos e para sentir maior segurança quanto à nossa eficiência.”

Desenvolver um trabalho de aproximação, aceitação e amor com a nossa criança interior é fundamental no processo de desenvolvimento da autoestima. Muitas rejeitamos essa criança porque aprendemos muito cedo a deixá-la de lado. Mas, se aprendermos a olhar para nós mesmos, nos momentos em que temos vontade de brigar conosco e nos maltratamos, como olhamos para uma criança e percebermos que o que falta é exatamente o amor, então começaremos a desenvolver este doce poder que é a autoestima. Nos acostumamos a ficar chateados e até com raiva de nós mesmos no exato momento em que o que precisamos é de amor.
É possível entender que os adultos que fizeram parte da nossa vida quando éramos crianças, nos maltratassem, afinal eles também sofriam de falta de amor. Entretanto, admitir que hoje nós sejamos os adultos a maltratar esta mesma criança, é algo inconcebível.
Portanto, para elevar a sua autoestima, comece fazendo contato com a sua criança interior e deixando de maltrata-se.
Quer saber como prover um encontro com a sua criança interior?
Clique aqui – Encontro com a criança interior.
Queremos sucesso, alegria, paz, prosperidade, bons relacionamentos e todas as coisas boas que merecemos, logo não devemos deixar para um próximo momento.
Muita Paz para todos nós.


Oi gostei muito do seu site. Sou professora de sala de recursos trabalho com alunos portadores de necessidades especiais e peço licensa para usar seus textos. Obrigada Vânia
Olá Vânia,
Que bom que você gostou!
Fique a vontade para usar os textos, me sinto honrada.
Um grande abraço,
Léia.
Encontrei um video muito legal, achei o máximo, fala sobre o resgate da humanidade, humanidade enquanto condição das pessoas. Tudo a ver com autoestima. Vamos compartilhar, passar adiante?
CANTO DE HUMANIDADE
http://www.youtube.com/watch?v=_vQvDlb9mXw
Abraço…vamos aprendendo a nos amar…
PAULO CÉSAR OLIVEIRA
Olá Paulo,
Obrigada pela dica do vídeo, eu gosto deste estilo de música e a letra também é cheia de conteúdo.
Agradeço a sua visita, espero que volte sempre e que juntos possamos aprender a nos amar, contagiando aos que estão ao nosso redor.
Um abraço,